A síndrome de Turner é uma condição genética que afeta as mulheres e ocorre quando um dos dois cromossomos X está faltando ou parcialmente ausente. As causas desta condição ainda são desconhecidas, mas sabe-se que não está relacionada com a hereditariedade.

As manifestações clínicas da síndrome de Turner variam de pessoa para pessoa, mas algumas das mais comuns incluem baixa estatura, problemas cardíacos, infertilidade, entre outros. Além disso, as mulheres com essa síndrome podem apresentar uma aparência infantil, com pescoço curto e largo, orelhas de implantação baixa, além de outras características físicas.

Os cuidados de enfermagem para pacientes com síndrome de Turner envolvem a avaliação e acompanhamento de possíveis complicações decorrentes da síndrome, como problemas cardíacos, renais e auditivos. Além disso, é importante garantir um acompanhamento multidisciplinar, que inclui endocrinologista, cardiologista, ginecologista, entre outros profissionais de saúde.

Por fim, é importante destacar que a síndrome de Turner não tem cura, mas há tratamentos disponíveis para melhorar a qualidade de vida das pacientes e minimizar os sintomas associados à condição. É fundamental que as pacientes com esta síndrome recebam um diagnóstico precoce e um acompanhamento médico regular para garantir um tratamento adequado e uma melhor qualidade de vida.